segunda-feira, 6 de maio de 2019

Cândido Portinari


Close de Portinari, meio-corpo, com seus potes de pincéis ao fundo. Rio de Janeiro, 1956 (Foto: Divulgação/Francesco Florian Steiner)


Principais Obras:

Candido procurava representar em suas pinturas algumas características do Brasil, como: sua fauna, flora, pessoas e até mesmo os conflitos. E suas principais obras foram:

O lavrador de cafe 1934, Candido Portinari O lavrador de cafe 1934, Candido Portinari



A primeira missa no Brasil 1948, Candido Portinari

As Lavadeiras 1944, Candido Portinari As Lavadeiras, 1944, Cândido Portinari

Cafe 1935, Candido Portinari Café, 1935, Cândido Portinari

Cena rural 1954, Candido Portinari Cena rural 1954, Cândido Portinari

Favelas 1957, Candido Portinari Favelas 1957, Cândido Portinari

grupo de meninas brincando 1940, Candido Portinari Grupo de Meninas Brincando 1940, Cândido Portinari

Mestico 1934, Candido Portinari Mestiço 1934, Cândido Portinari

O sapateiro de Brodowski 1941, Candido Portinari O sapateiro de Brodowski 1941, Cândido Portinari

Os retirantes 1944, Candido Portinari Os retirantes 1944, Cândido Portinari
Meio Ambiente, Candido Portinari Meio Ambiente, Cândido Portinari

Importância no cenário nacional:


Em suas belas representações do cenário brasileiro com a cultura, infância, mazelas e problemas sociais, Cândido Portinari fez o Brasil ser reconhecido internacionalmente sendo assim um dos maiores artistas do pais.

Cândido Portinari também participou ativamente das mudanças que ocorreram no Brasil no século XX, e ao lado de poetas, artistas, escritores e jornalistas pôde acompanhar as mudanças na cultura, estética e politica do pais.


Contexto Histórico:

Portinari nasceu em 1903,em uma fazenda de café próximo ao município de Brodowski, em São Paulo. Seus pais italianos haviam migrado para a  cidade com o objetivo de trabalhar em uma lavoura. Desde de pequeno, o interesse pela arte ficou claro. Seu primeiro desenho conhecido ´´o Retrato de Carlos Gomes´´, foi feito quando ele tinha 10 anos.


Quando um grupo de pintores e escultores italianos chegou a cidade em 1918, Portinari não pensou duas vezes em aceitar o convite de ajudante.

Em 1919 partiu para o Rio de Janeiro e pensando em desenvolver seu potencial ao máximo, Cândido resolve ingressar no Liceu de Artes e Ofícios. No ano seguinte se tornou aluno da Escola Nacional de Belas Artes.

Seus esforços logo foram reconhecidos quando no meio da década de 1920 conseguia se manter por meio de encomendas de retratos. Em 1928 Cândido faz seu primeiro grande feito ao vencer o Prêmio Viagem à Europa.

Depois de sua volta a uma viagem na Europa, Cândido passou a representar o Brasil mais fortemente em suas pinturas e passou a admirar alguns estilos europeus como o Cubismo e Surrealismo.

E em 1952 Cândido cria a sua maior obra: os painéis "Guerra e Paz", depois de se mudar para o Uruguai por causa das perseguições aos militantes de esquerda.





Referências:

http://redeglobo.globo.com/globocidadania/noticia/2013/12/conheca-historia-e-pintura-de-candido-portinari-que-faria-110-anos.html

https://www.infoescola.com/biografias/candido-portinari/

© obvious: http://obviousmag.org/pintores-brasileiros/candido_portinari/as-principais-obras-de-candido-portinari.html#ixzz5mUKRrKXp 

A rainha das ovelhas negras

RITA LEE


 

Rita Lee a rainha do rock nacional:


Conhecida apenas como Rita Lee, a cantora Rita Lee Jones nasceu em São Paulo em 31 de dezembro de 1947. Além de cantora Rita também é compositora, multi-instrumentista, atriz, escritora e ativista. 

Importância no cenário artístico:


Os Mutantes:


Em julho de 1968 Rita começa a se destacar no cenário artístico nacional com o lançamento do disco da banda "Os Mutantes". A artista trouxe visibilidade para as mulheres através do rock. Suas canções, em geral regadas com ironia ácida ou com uma reivindicação da independência feminina, tornaram-se onipresentes nas paradas de sucesso.

Em decorrência do fim de seu casamento com Arnaldo e incompatibilidades artísticas com os rumos que a banda estava tomando, Rita foi expulsa de "Os Mutantes" pelo próprio Arnaldo. 

Tutti Frutti:


Em 1973 formou com a amiga Lúcia Turnbull uma dupla no estilo folk rock, "As Cilibrinas do Éden". Rita Lee e Lúcia desistiram da dupla e formaram a banda "Tutti Frutti". 

Em 1976, grávida de seu primeiro filho e vivendo com Roberto de Carvalho, Rita passou por um dos períodos mais difíceis de sua vida. Foi presa pelos policiais da Ditadura Militar em uma batida programada que a incriminou por porte e uso de maconha. Em prisão domiciliar precisou de permissões especiais do juiz para sair de casa e fazer shows. 

Em 1978 a banda lançou o disco "Babilônia" considerado por muitos, como o último disco de verdadeiramente rock de Rita. Após o laçamento deste, a banda se desfez. 

Parceria com Roberto de Carvalho: 


A partir de 1979 Rita e Roberto começaram a fazer discos e shows juntos. Desenvolveram um estilo único que ultrapassou as fronteiras do país. Aconteceram então grandiosos espetáculos, diversos para a Rede Globo num sucesso maciço de vendas e execução em rádios. 


Principais obras:




-Cor de rosa choque


-Todas as mulheres do mundo 


-Alô alô marciano

Di cavalcanti

-Emiliano Augusto Cavalcanti Di Albuquerque Melo

PRINCIPAIS OBRAS:

Mulatas; 1928
 

Pierrete;1922
 

Mulher com gato;1973
 

Musicos;1954


A carioca; 1957




Samba;1925


ENTRE OUTRAS OBRAS


IMPORTÂNCIA NO CENÁRIO ARTÍSTICO NACIONAL

A importância de Di Cavalcanti no cenário artístico brasileiro é inegável, pois ele organizou vários eventos de arte moderna no Brasil,tornando assim a arte moderna no país, ele também foi um dos idealizadores da semana da arte moderna no Brasil,tornando-o ainda mais importante no cenário artístico nacional.
Suas artes expressavam realidade política e geográfica do país,muitas vezes valorizando o país e mostrando seus pontos positivos ou com críticas.

CONTEXTO HISTÓRICO

Pintor, ilustrador e caricaturista, Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo ficou conhecido por Di Cavalcanti. Carioca nascido no Rio de Janeiro, no dia 6 de setembro de 1897, era filho de Frederico Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Rosália de Sena.
Iniciou sua trajetória artística muito cedo, desde criança tomava aulas de pintura e aos 17 anos fez seu primeiro trabalho de ilustração para a Revista Fon-Fon. Desse momento em diante realizou vários trabalhos de ilustração incluindo a revista A Cigana e ilustrações de livros.
Di Cavalcanti era uma figura proeminente na cena cultural de São Paulo e em 1922, juntamente com os amigos Mario de Andrade e Oswald de Andrade, idealizou a Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo. Criou para o evento suas peças promocionais como o catálogo e o programa, além disso, expôs 11 telas.
Morou em Paris, Rio de Janeiro e Recife realizando vários trabalhos para jornais da época. Em 1926, morando no Rio de Janeiro fez a ilustração da capa do livro O Losango de Cáqui de Mário de Andrade. Tempos mais tarde ilustrou livros de Vinicius de Morais e Jorge Amado.
Entre os anos de 1936 e 1940 Di Cavalcanti voltou a morar na Europa, muito provavelmente fugindo das perseguições políticas devido aos seus ideais comunistas. Na Europa expôs trabalhos em Bruxelas, Amsterdã, Paris, Londres e ainda pode conviver com artistas como Picasso e Matisse.
Em 1951 o artista participou da Bienal de São Paulo e nos anos seguintes ganhou o prêmio de melhor pintor brasileiro e na Itália recebeu o prêmio da mostra Internacional de Arte Sacra de Trieste.
Suas obras têm notável influência do Expressionismo, Cubismo e dos muralistas mexicanos como Diego Rivera. Di Cavalcanti foi um dos primeiros pintores a abordar temas da cultura brasileira e os temas sociais como o samba, os operários e as festas populares por exemplo. Também abusou de temas que abordavam a sensualidade tropical do Brasil.
Entre as principais obras de Di Cavalcanti estão: Pierrete (1922); Pierrot (1924); Samba (1925); Mangue (1929); Mulheres com Frutas (1932); Músicos (1963); Rio de Janeiro noturno (1963); Mulatas e Pombas (1966) e Baile Popular (1972).
Di Cavalcanti morreu no dia 26 de outubro de 1976 no Rio de Janeiro.

GAL COSTA

Nome: Maria da Graça Costa Penna Burgos


GAL COSTA 

CONTEXTO HISTÓRICO E IMPORTÂNCIA NO CENÁRIO ARTÍSTICO NACIONAL: Maria das Graças Penna Burgos, conhecida como Gal Costa, nasceu em Salvador, Bahia, no dia 26 de setembro de 1945. Filha de Arnaldo Burgos e Mariah Costa Penna ficou órfã de pai com 14 anos de idade. Trabalhou como balconista de uma loja de discos em Salvador. Em 1963 conheceu Caetano Veloso, apresentada por Dedé Gadelha, sua vizinha e amiga e futura esposa do cantor. Gal Costa foi eleita como a sétima maior voz brasileira pela revista Rolling Stone Brasil em 2012. Gal é uma das maiores e mais interessantes cantoras do planeta em todos os tempos. Uma força motora que deslocava a música como uma bomba erótica para o coração do espírito de um país, em nosso caso, regido por uma ditadura militar. Enquanto todos esperavam a guerra ou a morte, Gal convidou o Brasil a dançar com sensualidade, elegância, fúria e um talento maior do que qualquer eventual deslize em sua discografia. que faz dela a maior cantora do país que melhor produz música popular do mundo.

PRINCIPAIS OBRAS:
  • COMO 2 E 2
  • CHUVA DE PRATA
  • FALSA BAIANA 
  • ACONTECE
  • ÍNDIA 
  • DETALHES 
  • SUBLIME  
  • AQUARELA DO BRASIL
  • MODINHA DE GABRIELA 
  • PÉROLA NEGRA 





LINKS DE ALGUMAS DE SUAS MÚSICAS:






BIOGRAFIA DE TARSILA DO AMARAL






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Tarsila do Amaral foi uma artista do século XX, na primeira fase do modernismo, se tornando uma das principais artistas do movimento na época. Tarsila nasceu em 01 de setembro de 1886, no município de Capiri, no interior de São Paulo, onde estudou por alguns anos até se mudar para Barcelona, na Espanha, e lá pintou seu primeiro quadro ‘Sagrado Coração de Jesus’, em 1904. 

   No entanto, ela só começou a estudar artes em alguns anos depois, com Zadig, passando a ter aulas de desenho e pintura no ateliê de Pedro Alexandrino em 1918, onde conheceu Anita Malfatti. Algum tempo depois sendo introduzida pela mesma no grupo modernista, que passou a ser chamado de grupo dos cinco, formado por Tarsila, Anita Malfatti,e os escritores Oswald de Andrade (namorado da época), Mário de Andrade e Menotti Del Picchia.

Obras 


  A Negra

   Em 1923, Tarsila fez o quadro chamado 'A Negra'. Esta obra fez com que ela entrasse na história da arte moderna. Sua inspiração foram as negras que tomavam conta de si quando era pequena.
 http://tarsiladoamaral.com.br/base2016/wp-content/uploads/2016/10/tarsiladoamaral-cubismo.jpg

  Pau Brasil


    Quadro inspirado nas cores de Minas Gerais. A pintura foi feita como uma revolta pois lhe fora dito que as cores usadas posteriormente na pintura eram feias e caipiras.

     “Encontrei em Minas Gerais as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Mas depois vinguei-me da opressão, passando-as para as minhas telas: o azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, ...”

http://tarsiladoamaral.com.br/base2016/wp-content/uploads/2016/10/tarsiladoamaral-paubrasil.jpg

 Antropofagia


   Tarsila pintou o "abaporu" como um presente para seu marido da época, em janeiro de 1928. Abaporu significa homem que come carne humana. Com esse quadro iniciou-se o Movimento antropofágico que teve quadros como: "Sol Poente", "A Lua", "Cartão Postal", "O Lago", entre outros. Ela utilizou nessa fase bichos e paisagens imaginárias além de cores fortes.

   Tarsila do Amaral criou o movimento Social e NeoPau Brasil. Nele temos obras como "Operários", "Segunda Classe", entre outras. Nesse movimento ela retrata a dura realidade do proletariado no Brasil. Nessa mesma época ela foi presa por um mês porque participou de reuniões no Partido Comunista Brasileiro por causa do romance com o médico comunista Osório Cesar.
http://tarsiladoamaral.com.br/base2016/wp-content/uploads/2016/10/tarsiladoamaral-antropofagica.jpg
informações usadas do site oficial de Tarsila Do Amaral
http://tarsiladoamaral.com.br/
 

Tom Zé

Antônio José Santana Martins mais conhecido como Tom Zé é um artista com várias obras veja as mais famosas:
LIVROS:
*Tropicalistas lenta lua
*Cidades do Brasil, AS-Salvador
*Tom zé, estudando o samba: som do vinil e Charles Gavin
MUSICAS:

*JIMMY RENDA-SE

*SENHOR CIDADÃO

*MÃ

*TÔ

*A MAIOR PALAVRA DO MUNDO

*ETC...

*FILMES:

*FABRICANDO TOM ZÉ

*SEVERO

*SEXO, ORÉGANO, ROCK´N´ROLL

DENTRE UMA INFINIDADE DE OBRAS EM QUE ELE PARTICIPOU :)

Contexto histórico:
Tom Zé, compositor e músico conhecido por sua justaposição de poética de vanguarda e música popular. Meu estudo começa com sua participação no movimento da bacia hidrográfica da Tropicália nos anos 60, com foco em sua crítica à sociedade de consumo e suas implicações para a cidadania popular. No início dos anos 1970, a figura do cidadão burguês, ou senhor cidadão, aparece em sua obra como uma crítica cáustica dos que mais se beneficiaram da expansão do capitalismo durante o período do regime autoritário. Com o ressurgimento da sociedade civil e da redemocratização nos anos 1980, o trabalho de Tom Zé revela uma noção mais afirmativa de cidadania baseada no discurso da auto-representação entre os sujeitos da classe trabalhadora. Finalmente, este artigo discute o trabalho mais recente de Tom Zé e sua contribuição para as formas insurgentes de cidadania no Brasil contemporâneo envolvendo comunidades urbanas historicamente marginalizadas e empobrecidas no contexto da globalização neoliberal.
MINHA MÚSICA FAVORITA:https://www.youtube.com/watch?v=zLTMM3r8wYI




Oswald de Andrade





                  Oswald de Andrade






Nome: José Oswald de Sousa de Andrade;


Nascimento: 11 de janeiro de 1890, São Paulo;


Falecimento: 22 de outubro de 1954, São Paulo


Filhos: Rudá de Andrade, Adelaide Guerrini de 
Andrade, Paulo Marcos de Andrade, José Antonio Oswald de Andrade e Antonieta Marília de Andrade.


Principais obras: Manifesto da Poesia Pau-Brasil, Memórias Sentimentais de João Miramar, O Rei da Vela.

Importância no cenário artístico nacional: Oswald de Andrade é seguramente o maior nome do Modernismo no Brasil, embora alguns críticos insistam em relutar. Romancista, poeta e ensaísta inquieto, o escritor era por convicção um perturbador de ordens. A obra deste paulista, falecido em 1954, representou um corte sem precedentes com o passado parnasiano da cultura brasileira, cujo ponta-pé inicial foi dado com a Semana de Arte Moderna, em 1922, no Teatro Municipal de São Paulo. Como uma tentativa de ajustar as contas com a história da literatura, a 9º edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), ocorrida entre os dias 6 e 10 de julho, resolveu esse ano homenagear Oswald de Andrade, o mais revolucionário entre os modernos.



Contexto histórico: A obra de Oswald de Andrade buscou o que era genuinamente brasileiro. Para isso, o autor procurou analisar com o olhar ingênuo da criança e puro do índio textos dos primeiros viajantes. Seus poemas eram breves, e tinham versos livres e brancos. Em seus romances, rompeu com esquemas tradicionais da narrativa, assemelhando-se à justaposição das imagens cinematográficas.
Ele também escreveu peças para o teatro, como "O Rei da Vela", que só foi levada para o palco do Teatro Oficina apenas em 1967. Escrita em 1933 só foi publicada em 1937. É a mais significativa das três peças que fez --"O Rei da Vela" (1937), "O Homem e o Cavalo" (1934) e "A Morta" (1937) -- tanto pelas inovações técnicas quanto pelo retrato que faz da sociedade brasileira dos anos 1930.
O texto fala da decadência da economia cafeeira, os dramas da incipiente indústria nacional sem mercado interno, a luta de classes e dentro das próprias classes no poder, a burguesia industrial vinda da agiotagem, que se deixa envolver e absorver pelo imperialismo norte-americano para conseguir sobreviver.
Entre a usura e as traficâncias do mundo dos negócios, a decadência do amor burguês e de própria sociedade capitalista. Na década de 60, "O Rei da Vela" foi integrada ao movimento tropicalista.