Neste blog encontraremos o conteúdo trabalhado nas aulas de Arte, e também produzido pelos estudantes do Colégio Estadual Mathias Jacomel, durante as aulas como resultado das atividades , além de notícias e informações sobre arte.
terça-feira, 30 de abril de 2019
segunda-feira, 29 de abril de 2019
Gilberto Gil
Tropicalismo
Exílio
Retorno ao Brasil
Em 1978, ele se apresentou no Festival de Montreux, na Suíça. Nesse mesmo ano ganhou o Grammy de Melhor Álbum de Word Music com “Quanta Gente Veio Ver”.
Em 1980, lançou uma versão em português do reggae No Woman, No Cry (Não Chores Mais), sucesso de Bob Marley.
https://www.youtube.com/watch?v=GjYaAgHAh_w <LINK musica feita por Gilberto Gil
As informações foram retiradas do site :
Expresso 2222
"Um dia em Londres eu anotei num caderno: 'Começou a circular o expresso 2222, que parte direto de Bonsucesso pra depois' - e esse pra depois me suscitou imediatamente uma parada. Não tive o mínimo ímpeto de continuar nada; decidi deixar aquilo ali como um vinho, num barril de carvalho, pra envelhecer. Só quase um ano mais tarde, já em outra casa, peguei de novo o caderno (onde, além de versos, eu anotava recados telefônicos, bilhetes para Sandra), musiquei o que tinha escrito e, com o violão, fui fazendo o resto." (Diz Gil)
https://www.youtube.com/watch?v=1nOaAoa1bWA
Aquele abraço
Aquele Abraço é uma das músicas mais populares, e a mais tocada e o segundo mais vendido dos seus discos. Uma das três gravações dele que ficaram em primeiro lugar nas paradas de sucesso durante maior tempo.
https://www.youtube.com/watch?v=HB8vbB5ILUU
Back in Bahia
Não chore mais
Palco
Gil pensou por três dias em parar de cantar; em deixar os seus discos, shows todas as suas conquistas. Estava prestes a tomar essa
decisão e avisar todo mundo.
'Se eu vou parar mesmo', pensei, 'eu tenho que fazer uma declaração
pública, e essa declaração tem de ser musical.' Foi aí eu Palco existiu, uma
canção que era na verdade pra não deixar dúvida a respeito de tudo o que
cantar representa para ele, e a respeito da minha relação com a música que simbolizada de forma completa pelo estar no palco."
https://www.youtube.com/watch?v=03Aq-qnJng4

quinta-feira, 25 de abril de 2019
Rubens Gerchman
Rubens Gerchman (Rio de Janeiro, 1942 – São Paulo, 29 de janeiro de 2008), estudou desenho no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e começou a trabalhar como programador visual em revistas e editoras cariocas.
Estudou na Escola Nacional de Belas Artes (onde teve aula com Adir Botelho), porém, não concluiu o curso.
Expôs em diversas mostras de litografia e desenho, no entanto, se destacou quando suas obras passaram a ter temas urbanos ( temática essa, de grande presença em suas produções).
No início dos anos 60, sua arte era focada para os acontecimentos do cotidiano de forma expressionista. Sua arte, algumas vezes, vinha acompanhada de palavras e frases, que reforçavam as intenções da imagem reproduzida.
Em 1965 fez parte do Opinião 65 no MAM do Rio de Janeiro – participação essa, que lhe permitiu ser um dos mais importantes representantes da vanguarda carioca. Dois anos mais tarde, recebeu o prêmio de viagem ao estrangeiro do Salão Nacional de Arte Moderna e em 1968, partiu para Nova York onde aproveitou para refletir e aprimorar suas idéias artísticas. Após cinco anos na cidade novaiorquina voltou para a capital paulistana. De volta ao Brasil passou a utilizar grandes suportes, o que aparentemente, fez com que percebamos uma nova libertação, com pinceladas e cores violentas e expressivas.
Na década de 70 se apresentou nos MAM’s de São Paulo e Rio de Janeiro. Foi co-fundador e diretor da revista de vanguarda Malas Artes, transformou o academicismo, da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro), em um laboratório de inventividade.
Em 1978, recebeu outra bolsa (desta vez pelo The John Simon Guggenheim Memorial Foundation – EUA) e desta vez além dos Estados Unidos, foi para o México e para Guatemala.
Até o final da década de 70, seu olhar artístico era focado na vida urbana cotidiana e na solidão humana em seu meio urbano. Depois teve sua fase negra, com imagens sociais fortes. Após uma fase carregada de intensidade, ele perdeu (nos anos 80) sua agressividade e suas mais novas conquistas foram temas com razões críticas sociais. Em seguida, Gerchman se interiorizou buscando e alcançando inspirações de seu íntimo.
Em 1981, Gerchman produziu, com azulejos, um painel para um dos SESC de São Paulo e conquistou o Golfinho de Ouro (Prêmio Governador do Estado do Rio de Janeiro como Personalidade em Artes Plásticas). Em 82, morou cerca de um ano como artista residente em Berlim à convite da Deutsche Akademischer Austauschdienst Künstler Program (Alemanha).
Participou de exposições nacionais e internacionais em diversas cidades do Brasil e em diversos países como Estados Unidos, México, França, Holanda, Colômbia, Argentina, Japão, Espanha, Canadá, Portugal, Alemanha, entre outros.
terça-feira, 23 de abril de 2019
Jorge Duílio Lima Meneses nasceu dia 22 de março de 1945 no Rio de Janeiro.
Ele se interessou pela música quando a Bossa Nova ainda dominava o cenário artístico brasileiro e mundial. Seu ídolo era João Gilberto, cuja voz coloquial despertava sua admiração. Jorge Ben Jor passou a infância ouvindo Luiz Gonzaga e Ataulfo Alves. Jorge Ben Jor explodiu com a música " Mas Que Nada" e logo em seguida ratificou seu talento com outro grande sucesso " Chove Chuva" Duas canções que nada tinham a ver com a Bossa Nova e nem com samba tradicional.
A música de Jorge Ben tem uma importância única na música brasileira por incorporar elementos novos no suíngue e na maneira de tocar violão, trazendo muito do rock, soul e funk norte-americanos e ainda com influências árabes e africanas, que vieram através de sua mãe, nascida na Etiópia, ele gravou 11 obras e tem 27 álbuns em estúdio.
A música brasileira já contava com o respeito do mundo antes de Jorge, mas jamais havia tido coragem de se levantar e seguir para a pista de dança. E foi este, para o pesquisador Zuza Homem de Mello, o grande feito do carioca de Madureira. "Basicamente, o grande trunfo de Jorge Ben é a levada do violão, caso único na música brasileira e razão dele se tornar o top da música dançante brasileira, junto com Tim Maia, claro. Falar em bailar no Brasil é com os dois, Jorge e Tim. E não tem mais ninguém."
ALGUMAS DE SUAS PRINCIPAIS OBRAS:
Recuerdos de Asunción 443
Reactivus amor est (Turba Philosophorum)
Acústico MTV – Admiral Jorge V
Acústico MTV – Banda do Zé Pretinho
Reactivus amor est (Turba Philosophorum)
Acústico MTV – Admiral Jorge V
Acústico MTV – Banda do Zé Pretinho
Em 11 de abril de 2002, na edição 893, a revista musical norte-americana Rolling Stone elegeu África Brasil (Jorge Ben Jor, 1976, Philips) como o 22° melhor álbum do mundo. É o único disco brasileiro da lista. A edição nacional da revista também o incluiu entre os 100 melhores discos brasileiros. Em sebos e lojas de discos antigos, como também em sites de leilões virtuais, o vinil de África Brasil pode ser encontrado por até 120 reais, ou mais. Em 2002, reconhecendo o aumento da procura não apenas por esse como por outros títulos de Jorge Ben Jor, há muitos anos fora das prateleiras das lojas de discos, a Universal, deten- tora do catálogo da antiga Philips decidiu relançar os LPs que haviam se tornado raros em versões remasterizadas no formato cd. Para isso, convidou o músico Charles Gavin, bate- rista da banda de rock Titãs e renomado colecionador de vinis, para produzir e organizar a coleção Samba & Soul (Universal, 2002), voltada para o público nacional, mas também para o mercado externo, que incluiu cinco discos de Jorge Ben Jor: África Brasil, Samba esquema novo (Philips, 1963), Sacundin Ben Samba (Philips, 1964) e Ben é samba bom (Philips, 1964).
Moderna de 1922. Tendo estudado na Europa nos anos 10, passou 20 anos se dedicando ao projeto de construção
do “Monumento às Bandeiras”, encomenda feita pelo Estado de São Paulo em 1923. Nos anos 40, vence o concurso
internacional de maquetes para o Monumento a Caxias e se prepara para ganhar o 1º Prêmio Nacional da Escultura na I
Bienal de São Paulo, em 1951.
da Arte Moderna no Brasil. Teve importante participação, expondo esculturas, na Semana de Arte Moderna de 1922.
Grande parte de suas esculturas está exposta em locais públicos, principalmente na cidade de São Paulo.
O Monumento às Bandeiras, exposta no Parque do Ibirapuera (zona sul de São Paulo), é uma de suas obras de arte mais
conhecidas. Durante sua vida artística ganhou vários prêmios nacionais e internacionais de arte, comprovando seu grande
talento artístico.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Trabalhando Volumes
E a atividade de hoje foi com argila!!! Para ilustrar mais ainda o trabalho com a Arte Egípcia, hoje a atividade foi de modelagem. Trabalhamos alto e baixo relevo nas placas de argila, depois de bastante trabalho para hidratá-la e encontrar o ponto certo de plasticidade.
terça-feira, 14 de julho de 2015
Arte Indígena
Trançado
Para finalizar o primeiro trimestre e iniciar os estudos sobre a Arte dos Índios Brasileiros, fizemos uma pequena amostra da tecelagem indígena. Com pequenas tiras de papel colorido, além dos conteúdos técnicos da Arte, pudemos ter um pouquinho da experiência de como coisas são construídas através da tecelagem.
É trançando que o índio constrói a sua casa e uma grande variedade de utensílios, como cestos para uso doméstico, para transporte de alimentos e objetos, trançados para ajudar no preparo de alimentos (peneiras), armadilhas para caça e pesca, abanos para aliviar o calor e avivar o fogo, objetos de adorno pessoal (cocares, tangas, pulseiras), redes para pescar e dormir, instrumentos musicais para uso em rituais religiosos etc...







(POESIA VISUAL)